Uma canção para a vida, uma canção para a esperança.
Dezenas de orações desferidas da boca de uma agora criança.
As partes se tornam um todo, as metades se unem,
Os lindos acordes se fundem, em uma música ritmada
Uma melodia rimada, que mistura tudo que eu vi.
Tudo o que gostaria de ver, o que sentirei e o que senti
Canto com minha voz entoada em dó triste e amargo
E não conseguirei relembrar meu passado em ré.
Quando todas as melodias parecem coexistir na minha cabeça
Quanto a perturbação de uma vida parada é um timbre soprano na mente
E os mesmos assuntos fazendo que eu não lhe esqueça.
Tudo o que já foi, é a alegria perseverante que se sente.
A melodia, já foi cantada várias vezes,
E distante é a palavra que mais aparece
Os momentos divinos que minha memória não esquece.
As cortinas parecem estar atrapalhando a apresentação do meu artista interior.
E qualquer refrão pegajoso será cantado até o final de um semestre.
Pra todo ano, os versos esparsos em uma serenata sentimental.
E pra toda vida, cantarei até a rouquidão total de minha voz.
De Janeiro a Dezembro, de Páscoa até Natal,
Com o ano em seu final, para todo o sempre.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Outono.
O término ainda não chegou
A vida tem motivos para fluir
Conquistas confortáveis a se atingir
Deixe-me contar minha vontade de te abraçar
Nessa manhã chuvosa, deixo meus dedos fluirem sobre o teclado.
E por um momento, o outono se põe dentro de mim
Esperando as emoções de um frio inverno
Então coloco minha vista sobre o sol poente
Coberto pelas nuvens, que mesclam vermelho e azul
E admiro tais belezas, constantemente
A que está à minha frente e a que está em meu coração.
Uma delas não está em meu alcance, quem dirá a outra?
Ontem era um homem perdido
Hoje entendo as coisas quase que completamente
As transformações vividas tomam um rumo distante
Como as próprias folhas do outono que vão embora
Para se decomporem e se formarem novas flores
Exatamente o que quero dizer
Tudo muda e tudo permanece igual
Então serei o mesmo, diferente.
A vida tem motivos para fluir
Conquistas confortáveis a se atingir
Deixe-me contar minha vontade de te abraçar
Nessa manhã chuvosa, deixo meus dedos fluirem sobre o teclado.
E por um momento, o outono se põe dentro de mim
Esperando as emoções de um frio inverno
Então coloco minha vista sobre o sol poente
Coberto pelas nuvens, que mesclam vermelho e azul
E admiro tais belezas, constantemente
A que está à minha frente e a que está em meu coração.
Uma delas não está em meu alcance, quem dirá a outra?
Ontem era um homem perdido
Hoje entendo as coisas quase que completamente
As transformações vividas tomam um rumo distante
Como as próprias folhas do outono que vão embora
Para se decomporem e se formarem novas flores
Exatamente o que quero dizer
Tudo muda e tudo permanece igual
Então serei o mesmo, diferente.
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Mais.
Disposto a escrever, mãos trêmulas
Abdicando minhas metáforas com o passar do tempo
A luz baixa torna tudo mais dramático
O tempo aproxima minha alma
Sedenta por mais
Mais
Mais do que posso sentir
Mais do que posso oferecer
Mais do que posso chorar
Quando o sono libera sonhos
E quando os sonhos trazem sono
Para nunca acordar, não se justificar,
Não parar de sonhar.
A náusea de hoje é o riso de amanhã.
E os belos momentos do agora, são os remorsos do depois.
Mas acho que não me arrependeria de nada que fiz.
Se nada é em vão.
Se eu pudesse ao menos...
Nunca me faltaram tantas palavras.
Basta olhar dentro dos meus olhos e ver...
Ah, esquece.
Abdicando minhas metáforas com o passar do tempo
A luz baixa torna tudo mais dramático
O tempo aproxima minha alma
Sedenta por mais
Mais
Mais do que posso sentir
Mais do que posso oferecer
Mais do que posso chorar
Quando o sono libera sonhos
E quando os sonhos trazem sono
Para nunca acordar, não se justificar,
Não parar de sonhar.
A náusea de hoje é o riso de amanhã.
E os belos momentos do agora, são os remorsos do depois.
Mas acho que não me arrependeria de nada que fiz.
Se nada é em vão.
Se eu pudesse ao menos...
Nunca me faltaram tantas palavras.
Basta olhar dentro dos meus olhos e ver...
Ah, esquece.
domingo, 6 de maio de 2007
Don't Bother.
Não faço das minhas as suas palavras. Palavras não definem pessoas, apenas as justificam. O que está em jogo e o que importa é o olhar que a pessoa põe sobre você. Isto é o bastante para mim, olhar no ponto mais escuro dos olhos e ver uma luz dentro deles. O que você diz de importante, talvez não seja tão importante assim.
As pessoas gastam suas vozes, e antecipam o que sentem, nada pode ser reconsertado a partir do momento em que palavras saem para ferir. Amizade, amor, carinho, estes valores são como papéis, podem ser reciclados, mas nunca serão como antes. Amasse um papel e depois tente desamassá-lo. Você aprende a olhar as pessoas de forma diferente, de fôrma diferente; olhar no fundo dos olhos delas e sentir o que elas sentem; absorver o que elas te passam.
Importe-se e pare de ficar se importando, por mais complexo que isso possa parecer.
As pessoas gastam suas vozes, e antecipam o que sentem, nada pode ser reconsertado a partir do momento em que palavras saem para ferir. Amizade, amor, carinho, estes valores são como papéis, podem ser reciclados, mas nunca serão como antes. Amasse um papel e depois tente desamassá-lo. Você aprende a olhar as pessoas de forma diferente, de fôrma diferente; olhar no fundo dos olhos delas e sentir o que elas sentem; absorver o que elas te passam.
Importe-se e pare de ficar se importando, por mais complexo que isso possa parecer.
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