A alegria que se exalta,
É em suma a felicidade que hesita.
A melancolia que existe,
E a felicidade que insiste.
A razão que merece explicação,
As explicações que estão além de nós,
Fazendo um halo da luz do dia,
E uma consagração à luz eterna.
A noite não se cansa de ventar,
E de deixar o frio à flor da minha pele,
Estas noites longas e curtas,
Se eu sonho contigo,
Eu não sinto vontade acordar.
Meus domínios, dominados.
E para longe eu gostaria de ir, por um momento.
O sentimento de estar perdendo tudo.
Mentira. Pura enganação.
Estou ganhando tudo, inclusive uma alma renovada.
No café, no almoço, no jantar.
Estou perdendo apenas minha sanidade, por bobagem.
Bobagens.
Bobagens que se instalam em meu sistema emocional.
E que cumprem seus papéis de me chatear.
As manhãs preguiçosas, um brinde às tardes, um brinde às noites tristes e decadentes!
Essa é a parte três de muitas partes que podem ou não serem descritas.
Quatro...
Cinco...
Seis...
Podem existir quantas partes forem!
Poéticas ou não, haverão enquanto eu existir,
E felizes ou tristes, elas existirão enquanto houver a mim mesmo.
Cada dia mais eu desisto das razões,
E vou atrás das minhas decisões.
Dizia o poeta que era fingidor, não quero fingir.
Quanto mais eu finjo, mais medíocre eu fico.
Melhor trilhar o caminho da verdade do que ficar se culpando pelas mentiras.
E mais uma parte minha transformada em letras foi exalada. Instalada, liberada.
Sim.
/Playlist Nightingale - Belief
Blogged with Flock
3 comentários:
Eu há muito tempo me deixei levar por sentimentos e outras coisas filosóficas a mais.
Acordei e decidi parar de esperar de mim ou da humanidade qualquer coisa, e passei a me preocupar apenas com meu umbigo.
É o que a sociedade espera de qualquer ser, mas não admite. Que apenas enxergue seu umbigo.
vc consegue sem esta escrevendo melhor!
continue assim ;D
Texto bastante reflexivo! Parabéns.
Postar um comentário