O término ainda não chegou
A vida tem motivos para fluir
Conquistas confortáveis a se atingir
Deixe-me contar minha vontade de te abraçar
Nessa manhã chuvosa, deixo meus dedos fluirem sobre o teclado.
E por um momento, o outono se põe dentro de mim
Esperando as emoções de um frio inverno
Então coloco minha vista sobre o sol poente
Coberto pelas nuvens, que mesclam vermelho e azul
E admiro tais belezas, constantemente
A que está à minha frente e a que está em meu coração.
Uma delas não está em meu alcance, quem dirá a outra?
Ontem era um homem perdido
Hoje entendo as coisas quase que completamente
As transformações vividas tomam um rumo distante
Como as próprias folhas do outono que vão embora
Para se decomporem e se formarem novas flores
Exatamente o que quero dizer
Tudo muda e tudo permanece igual
Então serei o mesmo, diferente.
quarta-feira, 23 de maio de 2007
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Mais.
Disposto a escrever, mãos trêmulas
Abdicando minhas metáforas com o passar do tempo
A luz baixa torna tudo mais dramático
O tempo aproxima minha alma
Sedenta por mais
Mais
Mais do que posso sentir
Mais do que posso oferecer
Mais do que posso chorar
Quando o sono libera sonhos
E quando os sonhos trazem sono
Para nunca acordar, não se justificar,
Não parar de sonhar.
A náusea de hoje é o riso de amanhã.
E os belos momentos do agora, são os remorsos do depois.
Mas acho que não me arrependeria de nada que fiz.
Se nada é em vão.
Se eu pudesse ao menos...
Nunca me faltaram tantas palavras.
Basta olhar dentro dos meus olhos e ver...
Ah, esquece.
Abdicando minhas metáforas com o passar do tempo
A luz baixa torna tudo mais dramático
O tempo aproxima minha alma
Sedenta por mais
Mais
Mais do que posso sentir
Mais do que posso oferecer
Mais do que posso chorar
Quando o sono libera sonhos
E quando os sonhos trazem sono
Para nunca acordar, não se justificar,
Não parar de sonhar.
A náusea de hoje é o riso de amanhã.
E os belos momentos do agora, são os remorsos do depois.
Mas acho que não me arrependeria de nada que fiz.
Se nada é em vão.
Se eu pudesse ao menos...
Nunca me faltaram tantas palavras.
Basta olhar dentro dos meus olhos e ver...
Ah, esquece.
domingo, 6 de maio de 2007
Don't Bother.
Não faço das minhas as suas palavras. Palavras não definem pessoas, apenas as justificam. O que está em jogo e o que importa é o olhar que a pessoa põe sobre você. Isto é o bastante para mim, olhar no ponto mais escuro dos olhos e ver uma luz dentro deles. O que você diz de importante, talvez não seja tão importante assim.
As pessoas gastam suas vozes, e antecipam o que sentem, nada pode ser reconsertado a partir do momento em que palavras saem para ferir. Amizade, amor, carinho, estes valores são como papéis, podem ser reciclados, mas nunca serão como antes. Amasse um papel e depois tente desamassá-lo. Você aprende a olhar as pessoas de forma diferente, de fôrma diferente; olhar no fundo dos olhos delas e sentir o que elas sentem; absorver o que elas te passam.
Importe-se e pare de ficar se importando, por mais complexo que isso possa parecer.
As pessoas gastam suas vozes, e antecipam o que sentem, nada pode ser reconsertado a partir do momento em que palavras saem para ferir. Amizade, amor, carinho, estes valores são como papéis, podem ser reciclados, mas nunca serão como antes. Amasse um papel e depois tente desamassá-lo. Você aprende a olhar as pessoas de forma diferente, de fôrma diferente; olhar no fundo dos olhos delas e sentir o que elas sentem; absorver o que elas te passam.
Importe-se e pare de ficar se importando, por mais complexo que isso possa parecer.
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Esmaecimento Parte II.
Epílogo do Prólogo.
Os castelos restaurados,
As jangadas no oceano.
Esmaecem os dias contados,
Enquanto minha alma se põe em outro plano.
As coléras desabadas,
As renúncias desaforadas,
Marcam de certa forma o tempo,
Dizendo adeus ao esmaecimento.
E colocando o novo em seu lugar.
Planando nas colinas do amar, ao mar.
Jogando fora o mundo em relento,
E se deixando levar pelo vento.
O esmaecer diário do impossível.
E a confirmação direta do possível.
As vãs lembranças da distância de ti.
Me prostro em admiração
E jogo ao vento minha emoção
E tenho em ti meu coração
Enquanto sou guiado pela tua mão.
Venho e levo minhas tralhas.
Faço minhas malas e vôo ao céu.
E de uma vez por toda admito minhas falhas.
Minhas palavras não serão mais jogadas ao léu.
Não serão categóricas, virão do meu coração.
E darei esperança, com o simples estalar de sua mão.
Enquanto meu exílio clama pelo amor constante
Marcam o início do meu esmaecimento
A manifestação do meu contentamento
E meu sorriso manifestado a todo instante.
E o adeus desaparecerá, sairá de mim.
Um singelo tchau, um abanar da mão.
E tudo o que posso dizer é sim.
Enquanto a paz invade meu coração.
Os castelos restaurados,
As jangadas no oceano.
Esmaecem os dias contados,
Enquanto minha alma se põe em outro plano.
As coléras desabadas,
As renúncias desaforadas,
Marcam de certa forma o tempo,
Dizendo adeus ao esmaecimento.
E colocando o novo em seu lugar.
Planando nas colinas do amar, ao mar.
Jogando fora o mundo em relento,
E se deixando levar pelo vento.
O esmaecer diário do impossível.
E a confirmação direta do possível.
As vãs lembranças da distância de ti.
Me prostro em admiração
E jogo ao vento minha emoção
E tenho em ti meu coração
Enquanto sou guiado pela tua mão.
Venho e levo minhas tralhas.
Faço minhas malas e vôo ao céu.
E de uma vez por toda admito minhas falhas.
Minhas palavras não serão mais jogadas ao léu.
Não serão categóricas, virão do meu coração.
E darei esperança, com o simples estalar de sua mão.
Enquanto meu exílio clama pelo amor constante
Marcam o início do meu esmaecimento
A manifestação do meu contentamento
E meu sorriso manifestado a todo instante.
E o adeus desaparecerá, sairá de mim.
Um singelo tchau, um abanar da mão.
E tudo o que posso dizer é sim.
Enquanto a paz invade meu coração.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Histórias Na Margem do Oceano
Guardei minha concha na porra do oceano.
E as dúvidas recorrentes do que amo.
Contemplo a margem com as ondulações mentais.
Visualizando as ondas quebrando pouco reais.
Sem uma jangada, atravesso o mundo nadando.
E forço a vida a me levar para frente, chorando.
Minha história nunca foi contada antes, como já percebi.
E dentro na minha mais pura e fria alma magoada morri.
Joguei-me dentro do mar congelado, infelizmente.
Me jogo no mar por não conseguir te tirar da minha mente.
E as dúvidas recorrentes do que amo.
Contemplo a margem com as ondulações mentais.
Visualizando as ondas quebrando pouco reais.
Sem uma jangada, atravesso o mundo nadando.
E forço a vida a me levar para frente, chorando.
Minha história nunca foi contada antes, como já percebi.
E dentro na minha mais pura e fria alma magoada morri.
Joguei-me dentro do mar congelado, infelizmente.
Me jogo no mar por não conseguir te tirar da minha mente.
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