Epílogo do Prólogo.
Os castelos restaurados,
As jangadas no oceano.
Esmaecem os dias contados,
Enquanto minha alma se põe em outro plano.
As coléras desabadas,
As renúncias desaforadas,
Marcam de certa forma o tempo,
Dizendo adeus ao esmaecimento.
E colocando o novo em seu lugar.
Planando nas colinas do amar, ao mar.
Jogando fora o mundo em relento,
E se deixando levar pelo vento.
O esmaecer diário do impossível.
E a confirmação direta do possível.
As vãs lembranças da distância de ti.
Me prostro em admiração
E jogo ao vento minha emoção
E tenho em ti meu coração
Enquanto sou guiado pela tua mão.
Venho e levo minhas tralhas.
Faço minhas malas e vôo ao céu.
E de uma vez por toda admito minhas falhas.
Minhas palavras não serão mais jogadas ao léu.
Não serão categóricas, virão do meu coração.
E darei esperança, com o simples estalar de sua mão.
Enquanto meu exílio clama pelo amor constante
Marcam o início do meu esmaecimento
A manifestação do meu contentamento
E meu sorriso manifestado a todo instante.
E o adeus desaparecerá, sairá de mim.
Um singelo tchau, um abanar da mão.
E tudo o que posso dizer é sim.
Enquanto a paz invade meu coração.
4 comentários:
sabe ontem, quando ficou sem palavras?
minha alegria é tanta que eu tô assim também!
(como sempre que venho aqui)
mas dessa vez é diferente...
eu te amo e DEUS muito mais! :}
essa podia ser musica!
ia ficar bem legal ;D
hahahaha
aê Rhenan... eu diria que quando terminei de ler sua poesia fiquei na "paz invade meu coração"... gostei das palavras no lugar certo... li mais de uma vez... gostei do que li... parabéns!
Quanto ao post anterior... ah, como adoro esse tipo de escrita debochada e ao mesmo tempo indignada...
Abraços e outras invenções!
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