quinta-feira, 28 de junho de 2007

Relapso.

Relapso das minhas rimas,
Me levando à espera-sem-fim em senso de monotonia.
Este é meu relapso, minha revolta,
Minha redundância.
Minha segunda parte.
As infindáveis brigas com minhas fronteiras mentais,
O paradigma criado por uma sociedade controversa,
E as melhoras por onde onde não há o que melhorar.
Quando se ganha um dia a mais e o desperdiça.

Filósofos perdem muito tempo filosofando;
Poetas perdem muito tempo fazendo poesia;
E todos nós perdemos nossos tempos.
Não sabemos mais como expandir nossas capacidades,
Se cada dia aqui é motivo para agradecer,
Eu apenas fico indiferente, cada dia a mais.
Agradeço por agredecer, como agradeceria a alguém que me passasse algum condimento na mesa, durante a hora do jantar, para que eu possa temperar minha comida tão sem tempero.

É o relapso da minha poesia.
Sem morais, sem Moraes ou qualquer outro tipo de poeta.

Apenas eu.

Vamos nos livrar um dos outros, e mandar tudo para o além.
Por nós mesmos.
A união desunida.
Se juntarmos qualidades, teremos que juntar defeitos.
Pois ninguém pode ser cem por cento calma.
Nem cem por cento carma.
Amém.
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4 comentários:

Anônimo disse...

Orra Rhenan, que foda cara! que foda! Do caralho o que vc escreveu aqui, tanto que até desmontei minhas palavras cultas ("defeitos")... mto bom mesmo, tanta perca de tempo, ou atalho para preencher tempo que sem rolha não serve pra nada,,, e como o tempo é resultado do espaço que nós moldamos,,, A gente sempre acaba fazendo alguma coisa, pois o tempo ocioso só por algumas é que nos agrada... o ócio em demasia é um porre! rs...
Adorei de devoção seus escritos que havia sido proibidu de ler, rsrs

Abraços e novas invenções!

Lissa disse...

Muito doido!
Nusss, pirei mais lendo isso!
huauhahuuahuahua
Não poste por alguns meses, até minha mente voltar ao "normal" !!!

Anônimo disse...

Relapso, relapso, tenho sido eu com este confessionário pretensamente poético... Gosto cada vez mais da dura poesia concreta de suas palavras e devaneios...

Abrç de poeta!

Felipe Dib Boufflers disse...

poesia concreta eh o que ha!