E afora a profundidade emana as lágrimas
Que deveriam provocar catarse súbita
Com as velhas excitações que a vida me promoveu
Espero de Deus ou de sábias entidades
Lavar meu espírito com sangue.
Eu sou as águas das enchentes
A luz que apaga enquanto as outras acendem
Suave compromisso gravado na madeira da árvore
Sentimental, procuro sempre meu espaço
Semeando e regando uma Terra tão desnaturada
Que vida é essa?
Que vida está por vir?
Para tudo, existe uma saída
Mesmo que seja pular do quinto andar
Para se livrar da facada do assassino
E morrer por si mesmo.
2 comentários:
Ê Ê Ê!
Ta no espirito Anetta's lifestile ano novo de ser UAHAUAHUAHUAHAUHAUAHUAHAUAHUAHAUHAU
(QQ EU TO ESCREVENDO? oO)
Você é a água das enxentes... Enxente de lágrimas ?!
Que em 2008 nossos textos sejam menos depressivos e nossos blogs mais visitados, amem! UAHUAHAUAHU
=*******
Aeeeeeeeeeeeeee... Rhenan volta vez ou outra, rsrsrs
Morrer por si é muito caro, mas é coragem,,, Considerando que sou covarde, ficaria pra ser vítima em vez de agressor, rs
...
Dia desses te coloco nos meu favoritos,,, Tenho trabalhado demais (inclusive reveillon, rs) e o tempo que me resta uso pra criar e corresponder,,, Fui tão egoista, rs
Mas te add por esses dias com a sua promessa de não se ausentar por muito tempo denovo! Gosto da tua letra,,, Não fuja! :)
Abraços e pulsantes invenções!
Postar um comentário