Amamos. Choramos. Desistimos.
Começamos. Desenvolvemos. Terminamos.
Seguindo em frente.
Pisando no atoleiro, como se pisássemos em chão firme.
Tenho as respostas em mente.
Mas não consigo fazer as perguntas para mim mesmo.
Nem consigo achar alguém que possa me perguntar.
Me atiraria da ribanceira mil vezes, cairia e subiria de novo.
Tenho uma voz no meu peito implorando por mais mágica.
Um círculo vicioso, uma descarga emocional branda.
A mágica de ser apenas o que sou.
Sem fingir muito, sem esperar grandes progressos.
Sem narcóticos, sem grandes lamentações.
Nova vida.
Apenas me abrace.
Tente não chorar.
Minhas roupas já estão molhadas o suficiente.
A chuva cai e deserta meus pensamentos.
Uma esperança fria, incalculada.
Estava apenas me protegendo do que já sabia.
Gostaria de tocar a palavra amar.
Sentir o cheiro doce que me circunda.
Obter aquilo que ninguém jamais pôde explicar.
5 comentários:
*entre muitas palmas*
"BRAVOOOOO!!! BRAAAAVO!!!"
profundo...
hahahahaha
gostei muito desse poema
você escreve muito bem
tem futuro =P
CIRCUITO FECHADO II, acho que o que vc escreve tem muito desse texto.
gosto do tom de prosa que sua poesia leva, no relapso da rima, métrica e todas as outras regras que destroem o senso dde criação. gosto de te ler...
Graaande Rhenan!
virou poeta... qm diria, hein?!
tah mto legal o blog, gostei =)
bjoss
Ficou bonitinho e bem feito.
Mas eu prefiro os mais down.
eihaihoeihAE
;***~
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