Guardei minha concha na porra do oceano.
E as dúvidas recorrentes do que amo.
Contemplo a margem com as ondulações mentais.
Visualizando as ondas quebrando pouco reais.
Sem uma jangada, atravesso o mundo nadando.
E forço a vida a me levar para frente, chorando.
Minha história nunca foi contada antes, como já percebi.
E dentro na minha mais pura e fria alma magoada morri.
Joguei-me dentro do mar congelado, infelizmente.
Me jogo no mar por não conseguir te tirar da minha mente.
2 comentários:
"Me jogo no mar por não conseguir te tirar da minha mente."
é uma boa tentativa, mas enquanto as pessoas não enfrentarem sempre vão sair por aí buscando jangadas e nunca irão achá-las!!
Beijoos =**
um post pra se ler ao som de Ana e o Mar, do Teatro Mágico.
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